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Na crise, reinvente-se!

November 22, 2017

 

Dirigindo por Brasília-DF, deparo-me com essa faixa que anuncia: "Revisão de Telhados".  Ele fixou seu anuncio na calçada da Avenida do Sol, situada na região do Jardim Botânico e que dá acesso a muitos condomínios horizontais. Fiquei profundamente tocado pela sacada que essa pessoa teve. Aqui no DF, pelos meses de novembro à janeiro,  as chuvas são torrenciais. E essa pessoa encontrou seu mercado, colocando-se na perspectiva do cliente para encontrá-lo. E avelha história, enquanto uns reclamam do aguaceiro que afastou os negócios, outros vendem guarda-chuvas.  

 

O autor da faixa deve deve ser um telhadista. Profissional muito disputado e especializado da Construção Civil, que raramente fica sem emprego.  Mas, o ritmo das obras foi bem afetado pela instabilidade econômica-política e anda às moscas, pelo menos aqui no DF.

 

Ele deve ter pensando, se não estou sendo contratado para construir telhados, posso pelo menos tirar as goteiras dos atuais, que devem estar avariados pela força dos ventos e chuvas.

 

Fiquei tão impressionado com o senso de oportunidade que ele teve que trouxe o tema: a capacidade de se reinventar,  para uma das sessões de life-coaching, junto ao meu coache o Jeconias Júnior. Aí ele me presenteou com outra pérola. Disse-me que no Setor Bancário Sul, num local em que deixa o carro para ir trabalhar, tem um guardador de carros chamado de Cabeça que dispõe de uma banquinha cheia de guarda-chuvas. E que o Cabeça sempre que avista os clientes vindo em direção aos seus carros, ou saindo deles em direção à calçada, e está chovendo, ele os acompanha com o guarda-chuvas. É o único que tem esta estratégia no pedaço.  Os outros acham besteira e nunca investiram nos abençoados guarda-chuvas que sempre esquecemos em casa, ou em restaurantes.

 

Temos uma imensa capacidade de nos reinventarmos, e muitas das vezes é justamente numa crise que essa capacidade é posta à prova e aparece. 

 

Aí coisas que carregávamos, há séculos, parecem não ter mais tanta importância, e finalmente desapegamos delas.  Aí, aprendemos a desenvolver novas atitudes e habilidades para enfrentar a mudança do contexto e de cenários.  Saindo à cata de outros conhecimentos que ajudem a navegar em mares bravios.

Aí mudamos, nos adaptamos, nos redesenhamos e reinventamos um jeito de continuar. Mesmo quando tudo ao nosso lado tem a força do parar, algo em nós nos mobiliza a negar o destino e desafiar os oráculos, externos ou internos, que diziam que era chegado ao fim.

 

Essa capacidade de reinventar-se, seja na vida pessoal, seja na carreira profissional, ou no empreender de novos negócios, é o que nos torna seres transcendentes.

 

Aqueles que estão sempre criando, aproveitando as possibilidades, cavando oportunidades, ou simplesmente, quando a maré está muito fraca para peixe, consertando as redes, são os arautos da mudança.

 

São protagonistas de sua existência, alterando processos, melhorando sistemas, criando inovações, ou simplesmente, com o que tem a mão, colocando-se na perspectiva do cliente e encantando-o, nem que seja protegendo-o da chuva em sua cabeça, ou em seu lar, como nos exemplos acima. 

 

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