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Humanos demais para sermos comuns


Tenho experimentado vivências muito significativas, nas palestras comportamentais e aulas que ministro.

Tudo começou quando tive a ideia de introduzir uma pergunta geradora, trabalhada nos pequenos grupos, nas apresentações individuais. E, depois compartilhada na plenária.

A pergunta é a seguinte: Qual sua "estranhice" ?

Logo explico que a palavra não deve ser tida como pejorativa, e sim sobre o que torna aquela pessoal especial, e a diferencia da multidão. Qual hábito, talento, coisas que curte, que coleciona, que sabe fazer, alguma especialidade, ou vivência que teve que lhe torna incomum, aos olhos dos ditos comuns?

Durante a plenária vibro com eles. Tem um que coleciona canetas. Um diz que gosta de galinha com pequi, mas que não chupa o pequi. A jovem diz que gosta de abraçar, mas não gosta de tapinhas nas costas. O ambiente fica legal, com reconhecimentos mútuos de nossa singularidade e beleza. Quando falam de suas "estranhezas", brilham as faces, e iluminam corações e mentes.

E já não nos sentimos tão sós, nos vendo no outro.

Com um pouco de metodologia e gestão desenvolvedora, isto também pode ocorrer com nossos conhecimentos, e boas práticas, ao serem compartilhados nos ambientes de trabalho.

Não é?

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